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Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo
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Departamento de Turismo

O turismo se firma cada vez mais como um agente transformador, capaz de gerar profundas mudanças na configuração espaço-territorial dos lugares onde ele se insere.

Sendo uma atividade econômica, o desafio é fazer do Turismo um setor que possa manter uma economia forte e estável, dentro de padrões sustentáveis de desenvolvimento.

Por isso, temos como missão formular e implementar políticas de incentivo ao turismo, estimulando de forma sustentável o desenvolvimento sócio-econômico local, alem de buscar a consolidação do município de Viana como um roteiro turístico nacional.

Inventário da Oferta Turística do Município de Viana


Pequeno Histórico

Ao final do século XVI e início do século XVII, os portugueses saíram de Vila Velha e seguiram pelo Rio Jucu em canoas, em busca de ouro. Acredita-se que sua primeira passagem tenha sido por Araçatiba, instalando-se ali os primeiros colonizadores, seguindo depois pelo Rio Santo Agostinho até alcançar o local que hoje é a sede do município de Viana.. Os indígenas que habitavam a região eram da tribo dos Puris.

Viana inaugurou o ciclo da imigração européia para o Espírito Santo oficialmente em fevereiro de 1813. Vieram imigrantes alemães e italianos. Para reduzir a escassez de mão-de-obra agrícola e ajudar a povoar as margens da primeira estrada que ligaria Vitória à Minas, foram chamados também os açorianos.

Paulo Fernandes Viana trouxe de Açores, 53 famílias que contribuiram para o povoamento de Viana. Os açorianos receberam terrenos, casas, ferramentas, carros de

bois ou cavalgaduras. Eles se instalaram nas proximidades do Rio Jucu e seus afluentes - Formate e Santo Agostinho - e iniciaram o cultivo de trigo e arroz, melhorando também as culturas de milho e mandioca, já conhecidas pelos nativos.

Viana teve também um porto fluvial bastante movimentado, chamado Porto da Igreja, localizado ao Sul da cidade, às margens do Rio Santo Agostinho. Desembarcaram ali os materiais utilizados na construção da Igreja Matriz, os objetos religiosos e a imagem de Nossa Senhora da Conceição. O Porto da Igreja foi um grande empório comercial.

O capelão Frei Francisco Nascimento Teixeira foi encarregado de fundar ali um núcleo populacional, para tanto, recebeu algumas terras do governo. O novo núcleo recebeu o nome de Viana, em homenagem a Paulo Fernandes Viana, o pioneiro da região. Antes, a cidade era chamada de Jabaeté.

A contribuição cultural deixada pelos europeus pode ser sentida ainda hoje nos casarios antigos que resistem ao tempo. Os jesuítas, índios e negros também ajudaram na construção da história do município, que foi criado oficialmente em 23 de julho de 1862, ao ser desmembrado de Vitória.

 

 

Distrito de Araçatiba

Foi uma das maiores fazendas no cultivo da cana de açúcar da época, em todo o país;  A fazenda era responsável, inclusive pelo abastecimento do colégio São Tiago (atual palácio do governo).Tamanha foi sua importância, que até um canal artificial foi construído para que a cana descesse até o mar,  o canal de camboapina (o primeiro canal artificial do Brasil).

Muitas histórias se contaram a respeito de seu sucesso, histórias as quais são passadas ainda hoje através da oralidade aos descendentes dos escravos que faziam a fazenda funcionar e que ainda hoje residem no Distrito, distribuídos em mais de 200 famílias.

 

 

Igreja N. SrªD’Ajuda

Construída pelos Jesuítas e prédio principal da fazenda,junto ao anexo ( hoje só reconhecido por alguns pilares existentes) que era além de abrigo dos frades, um colégio, a Igreja local N. Srª. D’ajuda, em Araçatiba hoje é um de nossos pontos turísticos, tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), faz parte da história local e ainda hoje abriga os fiéis em funcionamento normal.

 

Nesse Distrito a cultural local, tradições e história são comemorados anualmente,  em um encontro que se responsabiliza por  perpetuar a memória local.

O que antes era apenas uma pequena celebração com a comunidade paroquial, com  o tempo, tomou corpo e hoje está inserida no calendário municipal como o “ Dia Municipal da Consciência Negra”.

Realizada no mês de novembro, comemora-se, com formatação diferenciada, mas sempre com danças, ao som de tambores, berimbau, pandeiros e casacas.

Após uma bênção, apresenta-se  pratos da mesa do negro, como feijoada, farofa e soteco( um pirão de banana verde). Ao final é feita uma homenagem a pessoas que foram referência no Distrito e apresentações culturais como desfile da beleza negra e coreografias.

 

 

Espírito Santo é seu roteiro - Região Metropolitana

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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