Empreendedores apostam no pequeno negócio para superar a crise

A estagnação econômica e o aumento do desemprego estão transformando o trabalhador em um microempreendedor individual. Diante de um cenário difícil e que tem levado a muitos perderem sua principal fonte de renda, isso pode ter sido um dos principais motivos para o surgimento e o aumento do número de microempreendedores individuais no município. E uma das alternativas tem sido a abertura do próprio negócio. Viana tem demostrado ser um terreno fértil para isso. Exemplo é o morador de Vila Bethânia, Cláudio Antônio Leganini Marianel, que apostou no empreendimento especializado em carne suína em sua própria residência.

Ele faz parte do crescimento expressivo de microempreendores individuais em Viana. De 1.016 pequenos empreendedores em 2012, o município passou a ter mais de 3.700 em 2017. De acordo com a secretária de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Urbano, Gabriela Siqueira, o aumento é reflexo das ferramentas desenvolvidas pela Prefeitura, o que tem facilitado às regularizações e proporcionado avanços importantes para os pequenos empreendedores.

“Esse aumento é reflexo, também, das facilidades oferecidas para essas pessoas na hora de  abrir o próprio negócio. A Prefeitura, por meio do Centro do Empreendedor, aposta em qualificações e na oferta de créditos, por meio do Nossocrédito, outra ferramenta facilitadora para este público”, explica Gabriela.

A Prefeitura tem facilitado também a formalização e a abertura de empresas. No Centro do Empreendedor, em Marcílio de Noronha, o cidadão tem uma variedade de opções na hora da abertura e regularização destas pequenas empresas, o que agiliza e facilita todos os trâmites burocráticos. 

Setores que mais crescem

Na contramão da crise, alguns setores crescem e mantem investimentos. Em Viana, os serviços de comércio de produtos alimentícios bebidas ou atividades relacionadas ao transporte encontra-se em primeiro lugar no município, com 33 operações realizadas somente no mês de maio de 2017. Em segundo, estão os serviços de cabeleireiro, manicure e pedicure. Em terceiro lugar fica classificado o comércio de tecidos, artigos de armarinho e vestuário. E, em quarto, os serviços de cosméticos e produtos de perfumaria. Os principais bairros atendidos e que envolvem os ramos líderes de investimentos são: Marcílio de Noronha, Nova Bethânia, Universal, Centro de Viana e Vila Bethânia.

Ao todo, o Programa Nossocrédito tem acumulado R$ 20.921.273,15 desde o início de seu funcionamento no município, em 2003, já com aproximadamente 4 mil operações realizadas. Somente neste ano, até o mês de maio, já foram realizadas 122 operações com um montante de R$ 897.775,97 em créditos concedidos.

Aposta na fabricação de embutidos

Exemplo de quem viu na crise a chance para empreender é o morador de Vila Bethânia, Cláudio Antônio Leganini Marianel. O morador possui um  empreendimento especializado em carne suína em sua própria residência. Ele também tem procurado se aperfeiçoar, na garantia de atender ainda com mais qualidade seus clientes.

“Já participei do Comércio Total em busca da formalização, utilizei novamente do financiamento do Programa Nossocrédito para finalizar as melhorias no meu ponto de comércio com a aquisição de duas novas máquinas: uma de fatiar outra de embalagem”, explica.

Cláudio buscou, também, a equipe do Centro do Empreendedor de Viana para realizar o registro do Microempreendedor Individual (MEI), o que tem facilitado à emissão de notas fiscais de venda de produtos e prestação de serviços, além de deixar seu negócio legalizado.

Desemprego no país

A taxa de desocupação no país continua em alta e o país tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março, número 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016) – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais fora do mercado.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os resultados do primeiro trimestre. No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil tinha 13 milhões de desempregados.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação fechou março em 13,7% com alta de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, quando o desemprego estava em 12%. Em relação aos 10,9% da taxa de desemprego do trimestre móvel de igual período do ano passado, a alta foi de 2,8 pontos percentuais. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de 2012.

Mais informações: 3343-3096 - Centro do Empreendedor, na Avenida Vitória, nº 19, no bairro Marcílio de Noronha. Contato: 3343-3096.

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Texto: Andressa Rocon
Foto(s): Secom

Publicado em sábado, 24 de junho de 2017

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